Irmã
CapÃtulo XIV – “A Outra Gêmea” (Antepenúltimo capÃtulo)

<Vera *sem entender*>> CecÃ- *grita* ÂNGELA!

<Vera *boquiaberta*>> Ângela, você… Você está viva! Você está viva!
<Ângela *sem entender*>> O quê?
<Vera>> Eu não acredito… *olha para Bete, brava* Você, como teve coragem de roubar minha filha!?
<Elisabete *fingindo*>> Eu não sei do que você está falando, sinto muito, mas realmente não faço a mÃnima idéia!
<Vera *gritando*>> Ah, mas você sabe muito bem que na verdade a Ângela é minha filha!


<Ângela *espantada*>> AHH!
<CecÃlia *espantada*>> AHH!

<Vera *emocionada*>> Eu não acredito que você está viva, que você é real… Minha filha… Eu já havia perdido minhas esperanças –
<Ângela *em choque*>> Esperanças do quê?! Quem é você?! E quem é aquela garota?! Se for uma brincadeira, é melhor pararem!
<Bete *desesperada*>> Não acreditem em nada do que essa mulher disser, ela está louca! Pirada!
<Verônica *falando alto*>> Eu não preciso provar nada! Minha filha está aqui do meu lado para provar tudo! CecÃlia, venha cá, conheça sua irmã. *Vera se vira*

<Vera *desesperada*>> Onde ela está?! Mirian, cadê a Ceci?!
<Mirian>> Eu não sei, não a vi! Ela estava aqui um segundo atrás!
<Elisabete *mais calma, falando alto*>> Viram?! É tudo só uma brincadeira destas doidas! Esta tal de CecÃlia nem existe.
<Vera>> É claro que existe! Ela estava do meu lado, vocês a viram, vocês a viram muito bem!
<Elisabete>> Pelo amor de Deus, Vera, dá um tempo. Não vê que está bancando a idiota aqui?
<Vera *sem entender*>> Eu não entendo, como ela pôde ter fugido?

<CecÃlia>> Calma mãe, eu não fui a lugar algum.

<Vera>> Então quer dizer que vocês dois vão mesmo se casar? Já não era sem tempo, hem?
<Bete>> Pois é amiga, e nós queremos que você e o Dirceu sejam nossos padrinhos!
<Dirceu *surpreso*>> Nossa! Quanta honra!
<Rafael *brincando*>> E eu sou deixado de fora?!
<Tomás>> Não, lógico que não, eu quero que você seja nosso padrinho também, mas aà você tem que arranjar alguém pra te acompanhar.
<Rafa>> Não tem problema algum, eu já tenho alguém em mente…
<Tomás>> Os sanduÃches estão prontos!

<Vera *brincando*>> Hmm, garanhão! Não vai contar pra gente quem ela é?
<Rafael>> É uma garota que eu venho encontrando há algum tempo… A gente não tá namorando nem nada, mas cara… Ela é perfeita!
<Tomás>> E qual o nome dela?
<Rafa>> Ela se chama Juliana. *olha pro relógio* Nossa! Olha a hora, preciso ir pra faculdade agora. To indo, falou!
<Dirceu>> Falou Rafael. Ah! E não esquece, a gente vai amanhã pro pÃer!
<Rafael *falando ao fundo*>> Tá, não vou esquecer!

<Elisabete *falando baixo*>> Então, agora que ele já se foi, continue falando Vera.
<Vera *agoniada*>> Pois é… Eu descobri que estou grávida uma semana atrás…
<Tomás>> E vocês não tem como criar o bebê. É isso?
<Dirceu>> Na verdade é até um pouco mais do que isso.
<Tomás>> Como assim?

<Vera *agoniada*>> Ah, Dirceu, explique para eles.
<Dirceu>> Nós temos, ou melhor, teremos um filho mas não podemos criar. Vocês podem criar um filho, mas não tem… Então eu, a gente pensou em vender esse bebê pra vocês.
<Elisabete *espantada*>> Mas Dirceu, venda de bebês é crime! Não, nós realmente queremos ajudar, mas não desta maneira.
<Dirceu>> Vamos lá, Bete. Vocês dois querem um bebê, todo mundo sabe disso. Nós precisamos de dinheiro… Porque não poderÃamos fazer isto?
<Tomás>> Sabe… Até que não é uma má idéia…
Pouco depois…

<Bete>> Você tá bem, Vera?
<Vera>> Eu nem sei… Toda esta história da gravidez está me deixando louca!
<Bete>> Você quer se desfazer desta criança?

<Verônica *agoniada*>> Eu nunca quis ser mãe, não tenho habilidade para uma coisa destas… E… Eu e o Dirceu nunca poderÃamos criar um bebê, ainda mais agora que ele perdeu o emprego… *começa a chorar* Bete! O que eu faço!?
<Bete *sem saber o que falar*>> É… Eu sempre fui péssima para dar conselhos… Mas sei lá, siga seu coração?
<Vera *olha para Bete*>> É isso mesmo. Está decidido.
<Elisabete>> O quê está decidido?
<Vera>> Eu nunca seria uma boa mãe, comigo este bebê não seria feliz… Elisabete, eu quero que você e o Tomás cuidem muito bem do meu bebê, ok?

Oito meses depois…

<Vera *feliz*>> Dirceu, você viu o quanto elas são lindas?!
<Dirceu>> É melhor você não ficar muito empolgada com elas. Você sabe o que vai acontecer.
<Vera>> Eu não quero mais fazer este acordo. Eu não sei o que tinha na cabeça quando concordei com tudo isso, mas depois que vi minhas duas filhas, tão meigas… Eu não posso abandonar elas agora.
<Dirceu *sério*>> Verônica, nós não temos dinheiro para pagar a criação delas! Como vamos criar elas? Debaixo da ponte?
<Vera>> Não! Nós somos humildes e vamos ter filhas humildes. Vamos ser felizes do jeito que somos, uma famÃlia unida!
<Dirceu>> Pra quê arriscar tanto sendo que a gente pode dar um lar muito melhor pra elas!?

<Vera>> Por favor Dirceu eu te imploro! Não me separe de minhas filhas! Elas são tudo o que tenho agora… Já até dei nomes pra elas. Se chamarão Ângela e CecÃlia.
<Dirceu *bravo*>> É aquele negro imbecil de novo não é?!
<Vera *espantada*>> O quê!?
<Dirceu *bravo*>> Foi aquele viado do Jean que enfiou todas essas idéias imbecis na sua cabeça não foi?!

<Vera *defensiva*>> O Jean não tem nada a ver com isso! Pare de ficar remoendo estas coisas! Eu e ele somos passado, é você quem eu quero agora!
<Dirceu *bravo*>> Sou?! Sou?! Não foi o que pareceu naquele dia em que encontrei vocês dois conversando baixinho na sala da nossa casa!
<Vera *defensiva*>> Eu e o Jean somos apenas amigos! Porque isso é sempre um problema pra você?!

<Dirceu *bravo*>> Por que eu sei que você ama ele mais do que me ama! Eu sei que vocês dois dormiram juntos, eu sei de tudo o que você faz sua vagabunda.
<Vera *brava*>> Eu posso sim amá-lo mais do que te amo, mas sabe porque!? Por que ele nunca faria isto que você tá fazendo comigo. Ele nunca jogaria todas estas mentiras na minha cara sem razão no momento mais difÃcil da minha vida. Agora você faz questão de me massacrar toda vez que pode.
<Dirceu *bravo*>> E agora você defende ele!? Ponha seus pés no chão! Ele é só um universitário de meia-tijela, é comigo que você está noiva!
<Vera *brava*>> Então pare de se comportar como um completo idiota e prove que me ama!
<Dirceu *falando mais baixo*>> Mas eu te amo Vera. Sempre te amei.

<Vera *chorando*>> Então por favor não me separe de minhas filhas. Por favor… Elas são tudo o que eu tenho. Não faça isso.
<Dirceu>> Tudo bem. Eu faço. Vou conversar com a Bete e o Tomás e dizer que o acordo todo está cancelado.
<Vera *parando de chorar*>> Muito obrigada…

Depois…

<Dirceu *cansado*>> É aqui minha filha, aqui será seu novo lar. *entra na casa*
2005.

<Ângela *aterrorizada*>> Você… Você me comprou?! E eu passei toda a minha vida pensando que você era minha mãe de verdade?!
<Bete *chorando*>> A Vera havia insistido para que eu comprasse! Eu não sabia que ela tinha mudado de idéia! O Dirceu mentiu para mim, mentiu pro Tomás! Querida, eu sempre te amei, você sempre foi minha filha e sempre será. Nada mudará isso!
<Ângela *gritando*>> Cale a boca! Será que tem alguém nessa famÃlia que não me engane?! Primeiro foi meu pai que teve um caso com a vadia da Sandra, depois a Amanda que mentiu para mim, e agora você?!

<Amanda>> Ei! Eu nunca menti para você!
<Ângela *gritando*>> E quando você disse que o Hugo iria viajar, quando na verdade ele estava aqui!?
<Amanda *brava*>> Epa! Não me culpe pelo fracasso do seu namoro! Se ele dormiu com outra, vai ver que é porque você não o satisfazia direito.
<Ângela *brava*>> Ninguém pediu sua opinião, sua vagabunda! Então vê se fica quieta no seu canto!
<Amanda *gritando*>> PeraÃ, minha mãe roubou você de sua verdadeira mãe, e eu é que sou a vagabunda!?

<Elisabete *brava*>> Não aja como se você não soubesse disso!
<Bruno *espantado*>> Então tudo o que a Amanda sempre falou era verdade!
<Vera *gritando*>> Cala a boca todo mundo! *falando mais baixo* Ângela, você na verdade é minha filha, você é irmã da CecÃlia. Nós somos sua famÃlia.
<Ângela *brava*>> Você não é nada minha. Nunca foi. Me vendeu porque achou que seria mais fácil. Nenhuma mãe faria isto.

<CecÃlia>> Mas poxa, minha mãe passava por um momento difÃcil, e ela não quis te vender, ela foi enganada! Meu pai armou tudo aquilo.
<Ângela>> Vá embora garota. Não sei quem você é.

<Policial 1 *dentro da viatura*>> Precisamos interrogar a senhora Elisabete Smithchivt, e a senhora Joelma Silva. Por favor, os outros evacuem o local.
<Vera>> Vamos embora CecÃlia. Não há mais nada para fazer aqui.

Direção de Arte e Efeitos Especiais
Rodrigo Sargo
Roteiro e Direção de Imagem
Rodrigo Bittes

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3 janeiro 2009 às 17:57
Eu sei, mas para mim, eu estava lendo agora, entende? ^^”
3 janeiro 2009 às 17:48
Pior Tami, esse capÃtulo foi mesmo pequeno =X
E assim, o final já chegou faz teempo, hauhauahu
3 janeiro 2009 às 10:59
Cap pequeno, mas boum.
Q pena q está chegando no final…. TT~TT
22 julho 2008 às 18:24
Credo, tadinha da CecÃlia Oo’ (o detalhe é q as duas são iguais, só muda o cabelo >.>’ ahuahua)
Gente, calma, não sofram por antecipação, ainda tem 2 capÃtulos, sendo q o último cap. é grandinho